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Versejar

(Balé da Cidade)



Chega de prosas,
hoje eu quero é versejar!
Dar rima a sua vida,
ritmo em seu,
falar.



Quero corações contentes,
quero vida estridente,
que cause marcas,
voraz e temente,
por um alguém que só precisa,
enamorar!

Namorar a vida,
sem temer a morte,
desejar ter sorte,
mas sempre e contudo,
lutar!

Hoje eu quero versejar,
falar da vida não contida,
dos sonhos e fantasias,
que ainda hei de,
realizar!

Sem métrica, sem regras,
a vida apenas aproveitar,
fardos largados ao destino,
ombros leves,
feito asas de passarinho,
eu quero e vou,
voar!

Hoje eu quero é versejar,
As minhas palavras,
ritmo,
para um lindo,
dançar!

1 comentários:

Marcelo Novaes disse...

Letras vermelhas, balé da cidade...
Legal! Aqui você deu vazão a uma espécie de bailado ou brincadeira de roda infantil ( no melhor sentido do termo). Chega de explorações dialéticas ou paradoxais dos sentimentos..., é o que você faz aqui, escolhendo uma direção de entusiamo e "jogo" para energizar a vida, brincar, rir, e lutar.Aqui é uma pausa para o estilo de esforço que costuma te ocupar tantas vezes.
Bom, né?!( pra quem lê ou pra quem escreve?! Pros dois..., alguns dirão...)

beijos,

Marcelo.