Os sorrisos foram perdidos, ficaram no passado, na ausência do registro do momento, do bom momento que fora vivido e que não voltará jamais.
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Eternamente Admirados
Um anjo falou em meus ouvidos.
Sobre essas encenações tenho apenas uma unica coisa a falar: Se continuar assim não vai dar!
Marcadores: amor, errependimento, metáfora, oportunidade, saudade, vida
Marcadores: A paixão segundo G.H., amizades, amor, passional, vida
Marcadores: amor-próprio, mulher, mulheres sonhos, viagem no tempo, vida

Alimentando quimeras, sobrevoando espaços não percorridos pelos outros, vou plantando sementes, sonhando com o verdadeiro sentimento de vida. Para mim a humanidade não está perdida, vejo por mim, aqui dentro ainda bate um coração!
São tantos os dias, que findam deixando marcas bem-vindas. As marcas que me orgulho em mostrar, não as escondo, são sorrisos eternos, abraços sinceros, beijos vermelhos de amantes verdadeiros.
A vida está repleta de mim, a vida está repleta de emoções não vividas, emoções que são contidas e não deveríam. Todos deveríamos surtar em delírios emotivos, beijar, amar e acalmar as dores alheias, os medos e temores.
Olhares atentos, percorrendo por dentro o ser que existe em cada um, além do que vemos, existe mais a oferecer, e não é sonho, é realidade passada ao descaso, não devemos continuar assim, sendo, sem ser.
Minhas mãos estão abertas, meus braços estendidos, esperando para abraçar o indescrítivel sentimento de amar. Preferes ser amado, ou odiado sem motivo algum?
Estou amando a quem não me ama, e não sei o que é sofrer.
Estou amando a quem me ama, e isso me alimenta, me bastanto de sentimento, para ser dado como presente, a alguém que existe como eu já não mais existo. Eu vivo!
Vou percorrendo os sentimentos mais puros. Vou vivendo.
Quem julga viver, a ação de fazer, atesta um erro perfeito, mas eu, vou seguindo a linha da imperfeição dos sentimentos, do correspondido ao incorrespondido, sedenta por sentir e não mais mentir a minha essência. Sou humana da cabeça aos pés, mas minha alma, hoje clama pelo amor e pela vida, dei-lhe asas, e vivo liberta das profanidades pequenas, dessa humanidade que tenta sobreviver em misérias falsas, em casos forjados de dor, quando no mundo existem tantos despejando amor.
Que aquele velho pode ser eu
No fundo da alma há solidão
E um frio que suplica um aconchego"
Vermelho- Vanessa da Mata

Pensando bem:
Tá faltando a graça e as palhaçadas que nos façam rir.
Tou contando desgraças, me emprestas uns dedos aí?
Nessa vida de mordaças, sou sadomasoquista por imposição!
Entre trapos e agrados,
na linha interminada, facetas montadas, é a minha opção.
Quero o seu riso mais intenso, seus olhos os mais atentos.
Existe uma nova constituição, constituída em descaso e embaraços sociais.
Na sarjeta glamurosa, seu brilho vencido ofusca a verdadeira visão.
De salto nas esquinas, despido no inverno, em frente ao restaurante passando fome;
não come, não desfila, não veste os panos da moda.
"Senhora me dá um trocado?"
Não, ela só tem notas de cem!
Vamos seguindo em nossos blindados, ignorando e ignorável, fingindo que está tudo bem!
Enquanto pagamos pela nossa felicidade, tendo a sorte dos que não tem,
criamos monstros invisíveis, que ao fundo do que não sabemos,
são crianças com anseios, e sonhos pequenos, e o simples desejo de uma vida verdadeiramente feliz.
Marcadores: desamor, esquecimento, ser-humano, sofrimento, vida

São as construções que destroem tudo, verticalizações vertiginosas do eu em outrora, em estado absoluto. Perseguições mal sucedidas, de um dia que já existiu. A tentativa honrosa de glória, e a derrota obstinada, suada.
Mudos eloquentes, observam a trágica história. Olhares de gatos arregalados, traiçoeiros, sagazes e ferozes.
Esperando pela fração do seu coração que se parte, ao ser devorado em estado covarde. Já nem bate, não pulsa e não impulsiona a fome do vencedor.
Tamanha necessidade, em morte, sem sorte, vagando como um perdedor. O peito ao vento, sinais de desalento, olhar lânguido em lágrimas inoportunas, secando-as em vergonha.
É o caminho que lhe vale, sem valia alguma. A anulação do seu passado que não fora entalhado, escrito na terra de um vale qualquer, desmorona.
Descalço sedento, tremendo em densa solidão. Os observadores silenciam seus olhares, e aplaudem a mais uma desilusão. É a derrota que lhe cabe, é o frio que lhe invade.
És mais um cristão abençoado em imersão, emergindo dos valores apaixonados. Há um Deus que guiará seus passos, mas de seus irmãos, apenas os aplausos, ao descaso com seu coração, que pulsa vivo fora de seu corpo, amargando ingratidão.

De mãos dadas, rodemos!
Atados no espaço infinito de viver, cantemos!
Entrelaçados em um ato de amor, suspiremos!
Correndo por entre espaços vagos, abracemos!
Serenos e neutros pulsando, dancemos!
Atentos ao campo minado, olhemos!
Suavizando emoções dolorosas, choremos!
Elevando sensações abruptas, riremos!
Indo além do que se deve, perseguiremos...
...na roda das emoções iremos,
sendo corpo, alma e mente. [Rodemos]

... Tem um bom tempo, que não consigo unificar letras, formando palavras e palavras para formarem frases, que façam algum sentindo, talvez essa ausência se dê, por toda a falta de sentido que tenho tido nos meus passos percorridos diariamente.
É inutil escrever o que ninguém entenderia, é preciso haver um sentimento mais profundo ao escrever mesmo que se fale sobre o vazio, é preciso haver verdade mesmo se for falar sobre desamor, e você jamais o tenha vivido (o que seria uma tremenda sorte).
Há dias que o sentido se encontra na pulsação forte embalada por um desejo louco de ser mais você, e neste momento encontra-se o sentido do porquê, de tudo ser como é, e o mundo se transfigura e sua imperfeita perfeição, jamais fizera tamanho sentido.
O mundo está a nossa frente, as pessoas ao nosso lado, sentimos os perfumes, ouvimos as suas vozes, olhamos os seus olhos, mas não sabemos quem elas são, e o sentido é não saber para onde iram, ou de onde estão vindo. E você para onde vai?
Qual é o sentido?
Vou seguir a nove de julho sentido centro, e encontrar algumas mulheres da vida vivida, e homens que se vestem com as cores do arco-íris, estampando no peito, que o sentido é ser diferente e viver a liberdade que os fazem existir. E as mulheres da vida, mostraram-me suas marcas, e suas histórias, e levantaram a bandeira da coragem, forjada com batom vermelho nos lábios.
O sentido é percorrer o infinito, permitindo que as barreiras se cubram de verdade e mostrem, quais são elas, dentre, vírgulas e pontos.
Vou seguir sentido centro de tudo que é imperfeito, mas que é o eixo correto para chegar ao ponto final de tudo isso, chegar ao deslumbramento que se torna o último rompante, onde o ar invade os pulmões com uma força tamanha que os arromba, partindo-os em pedaços, pequenos tais quais as estrelas que iluminam, seram meus fragmentos de vida, meu sopro, divididos com todos, registrado com o meu sangue, minha vontade, e minha lúcida loucura apaixonante de fazer com que cada esquina, conte, uma história que jamais será esquecida, eternizando o mais simples, o que seria simplesmente esquecido.
O sentido é nove de julho, sentido centro!
Marcadores: olhares, Sentido, subjetividade, vida

O tempo passa, e todos sabem disso, mas por vezes esqueço deste medo e mito, de que a vida corre depressa demais, e que é preciso ter pressa. Eu ando com calma, caminho pela vida, como caminho pelas esquinas em um dia de primavera. A vida é uma eterna primavera, onde a paixão é vivida com sua exuberância entorpecente, flores nascentes. E o que me basta, é vê-las crescendo, e me encantar com a sinuosa diferença, que transborda na essência de cada espécime.
Todos me dizem " Esteja alerta". Mas percorro distraída, com uma inteligência distinta, observando silenciosamente, os sinais de vida.
Existe vida em tudo que é imaterial, mas pela objetividade do que toco, prefiro sentir o que não é visto, tocando até o mais bruto objeto.
Seu corpo, é o que me faz alerta, apenas ele e nada mais, pois sinto os meus instintos.
Hoje eu apenas respiro, e isso me faz mais vivo do que qualquer outro ser com suas milhares de quimeras, quisera eu tê-las, quisera. Hoje tenho o ar invadindo meus pulmões, arrombando minhas entranhas virgens de vida, e a fumaça esquisita, me faz sentir o gosto amargo dos erros cometidos por outros. E outros, me ensinam a ser mais do que um reles ser vivo, sou humana, da cabeça aos pés, e um ser em minha alma, límpida, conhecedora dos devaneios ordinariamente mundanos.
Gritarei divagando, soluçando mágoas, gargalhando incertezas,a vida é uma beleza ímpar de loucuras muitas, onde cada passo dado é um abismo atravessado.
Marcadores: amor-próprio, reflexão, vida

Do fato, o ato,
registrado e marcado.
Recordo-me do seu sorriso,
ao despertar em manhãs de chuva. Registro.
E todos os passos que dei em direção ao desconhecido,
o abismo fez-se a minha melhor opção.
De fato, retrato, todas as dores que trago.
De fato, não tolero amarguras, indigestas.
A realidade é o melhor presente,
embrulhado com papel transparente,
cria-se imagens, monstros e fadas.
Idéias ilusórias, são a fuga permitida.
E eu nessa constante corrida,
indo alcançar o inalcansável mundo incrível.
Do fato, fez-se o ato, de sonhar e perder-se.
De fato, fez-se o ato, de perder-se e encontrar-se.
Do fato, fez-se o ato, registro, imaginário, de vida vivida,
sorriso constante, mesmo em manhãs tão cinzas.

Escorrem em mim, entre as dobras e linhas do meu corpo,
sentimentos transformandos em códigos, palavras decifráveis,
mesmo que eu não as entenda.
Cada palavra, tem vida própria, e pulsa como parte de mim,
e toma o branco da folha, da imagem do nada, transformamando...
...cada espaço vazio em um mundo repleto de elementos,
sentimentos.
Escorrem por entre meus dedos, borrando um pedaço do contexto,
as verdades que ninguém conta, as mentiras que todos dizem.
Eu faço apenas a minha parte, deixo-me transmitir o que tiver de ser,
pois quando deslizam pelo meu corpo, tomando, folha, mãos, coração,
não existe controle, eu perco o controle de tudo, e sou apenas um laço,
que liga o tangível com o imaginário, de todos que não conseguem dizer o que sentem,
e todos aqueles que também não sabem, sentir a vida, pulsando, disparada, acontecendo,
frente-a-frente, consigo, com aquele e com tudo isso.
Dentro das palavras, a vida se faz, nasce, acontece e morre.

No fundo da alma, confesso existir, contentação. Inesperadamente sorriu descontente, olho em volta, há liberdade. Mas eu a chamo de vazio, quero percorrer os campos floridos de primavera, entre rosas, jasmins, violetas e margaridas. Sentir o aroma de vida, sendo penetrado em meu corpo, em meus poros,e as horas já não faram sentido, quero dia sendo noite e noite sendo dia, sair caminhando, e levando aos moribundos andarilhos, viventes, perdidos, o cheiro de vida que encanta e fascina.
Existe algo além daquela grande construção cinza. Existe vida, dentro, ao redor, em baixo e em cima.Mas após, o horizonte irradia, púrpura da tarde que finda, não é fim, é ínicio, principio de qualquer coisa que se queira, sonhe viajar, pois no mundo não existem fronteiras, o seu pensamento eleva, dores amores e quimeras. O aroma que despejo no mundo, alimenta, esses atos profundos de viver, sem acreditar estar preso em um furação monstruoso, que engolirá a todos no final.
Olhando para as minhas mãos, vejo linhas de acontecimentos, perdidos no tempo, que não existe para mim, veias correndo sangue, líquido vermelho, apaixonado por existir, quero minhas garras, ensanguentadas, vermelhas, por buscar o que quero, o que preciso sem desistir. Atingir, o ponto máximo da existência, alimentar o meu corpo e minha alma, exterminar minhas dores, medos, horrores e sentir então, a evolução chegar a mim, enfim.

Palpita coração, batendo desacelerado, pulsando forte, surtando, em tentar reanimar, o inanimado.
Falta paixão, tesão e coragem. A pele sente saudades de arrepiar-se, os olhos, arregalados, supresos, tentando esconder o medo.
O suspiro- inspiro, relaxo. Um lapso de um simples momento.
Eu e a paixão. Eu e o medo. Eu e o tesão.
No momento, só me olho no espelho, e não vejo nada, além de olhos com universos finitos, com pavor e sem brilho.
Eu quero fazer amor comigo, eu preciso, gozar a minha vida, meus sonhos indefinitos, acreditar que posso descobrir o infinito, espontâneo momento, definido, pelas linhas do meu corpo, abrigo, de vida, o oposto do que eu visto, roupas escuras, noturnas, por onde não escapa, fugaz, raio de luz.
Eu quero fazer amor comigo, contentar-me e espalmar minhas mãos, no meu lençol depois de um dia, de uma rotina boa, poder fechar os olhos, e o sorriso revelar, as minhas loucuras cometidas.

A sua seriedade calma,
zela por mim.
Transfigura meu eu,
acorda-me do sono,
dos que não sonham,
e vivem em pesadelos redundantes,
que não os fazem mais,
eternamente em uma constante, perdidos.
Agita-me com as tuas asas luminosas.
Coloca meus pés no chão,
mesmo com lodo não me importa,
quero sentir o úmido do descuido.
Mesmo caindo, estarei subindo,
progredindo, indo aos céus,
de mãos dadas contigo.
E se ainda assim for preciso,
grite em meus ouvidos,
tapados, pela rotina madrasta.
Quero seguir, seus amores,
seus brilhos,
suas asas,
até encontrar o céu,
e tornar-me estrela que brilhará,
no olhar de outros, poucos
que procuram uma luz para se guiar

Lançava-se no precipicio de amar, e amava com o fervor dos que têm fé e se ajoelham aos pés de Deus.
Ela, se ajoelhava diante do seu amor, e dedicava os seus melhores sorrisos, suas mais intensas lágrimas, e repetia diariamente, a prece, que pedia por si, para que o amor nunca fosse capaz de se matar.
Pois sabias, que um homem sempre é capaz de findar com aquilo que lhe é importante. Buscava nas suas palavras demonstrar quão entregue estava, apenas, amava. E em seus suspiros residia, o preenchimento do vazio que era seu corpo, sedento, com febre de paixão, amor e contentamento.
De joelhos, também entregava-se ao seu desejo, e seu corpo divino, clamava, pelas profanidades, esquecidas e não vividas para dar-lhe o ar necessario, d'uma simples humana, que se julga composta de carne. Desejava involuntariamente, em um espasmo físico beber o bendito líquido, de gosto indefinível, para reviver a plenitude, o encontro perfeito, sedução envolvente, de amor e paixão cega, entrega, prece susurrada aos ouvidos do amor, enquanto existe o encontro de seus corpos e almas, perdidas, no espaço de uma cama vazia, em uma noite nublada e fria.

Vi folhas caírem.
E desejei cair,
do meu mundo de farsas,
pilastras falsas,
que teimam em me sustentar.
Marcadores: amor-próprio, vida, vontade

Caminhe de mãos dadas comigo,
á noite.
Eu quero encontrar as estrelas que se escondem do meu olhar.
Existe avidez neste encotro,
preciso percorrer o suposto,
caminho das estrelas,
que me levará ao paraíso.
Sim, você estará comigo.
Não tenha medo de desvendar,
as estrelas não iram lhe ofuscar.
Brilhos, sempre vêm para somar,
só é preciso saber lidar.
Caminhe de mãos dadas comigo,
á noite.
Eu quero encontrar as estrelas que se escondem do meu olhar.
Nada mudará se algumas se apagarem, a beleza, é a diferença, que sempre se encontra,
tanto no céu, quanto na terra e no inferno, se você se permitir lá chegar.
Não quero voar, apenas encontrar as estrelas que se escondem do meu olhar,
você, irá me acompanhar?
Marcadores: amor, cumplicidade, estrelas, noite, vida


